sábado, 2 de janeiro de 2010

Farofa de Couscous

Eu adoro couscous, pra mim é um acompanhamento e tanto, vai bem em qualquer situação...
Aproveitei a dica do Orlando Baumel do Oba Gastronomia...e fui de farofa de couscous!!!
Maravilha, valeu Orlando, acertou em cheio!
Ele não fala em damascos, mas nao resisti em usar minha frutinha favorita...
A receita como está lá....

INGREDIENTES  (8 pessoas)
 
250 g de Couscous marroquino
50 g de manteiga sem sal
1/2 pimentão vermelho em cubos pequenos
1/2 pimentão amarelo em cubos pequenos
1/2 pimentão verde em cubos pequenos
1 cebola pequena picada
100 g de bacon em cubos pequenos
1 colher (sopa) de uvas passas pretas
1 colher (sopa) de uvas passas brancas
1/2 xícara de azeitonas pretas picadas
1 colher (sopa) de cheiro-verde picado
Sal e pimenta-do-reino moída na hora

PREPARO
Aqueça água com sal e hidrate o Couscous (na proporção de 1 volume de Couscous para 1,2 de água) por 5 minutos. Com um garfo, solte os grânulos e reserve.
Aqueça uma frigideira grande e derreta a manteiga. Coloque o bacon e deixe até dourar e ficar crocante. Retire e deixe escorrer em papel absorvente.
Coloque a manteiga e deixe cozinhar até ficar transparente. Adicione os pimentões e cozinhe por 2 minutos, mexendo sempre. Junte as azeitonas e deixe por mais alguns instantes. Tempere com sal e a pimenta. Ponha as uvas passas. Mexa bem e agregue o bacon e o cheiro-verde. Desligue o fogo e misture o Couscous, mexendo bem para tudo se misturar.
Sirva acompanhando a carne de sua preferência. Aqui usei como guarnição de peito de peru.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Resoluções de ano novo

Um estudo feito por um psicólogo de uma universidade britânica, divulgado no jornal britânico The Guardian, revelou o que as pessoas devem fazer se querem concretizar suas resoluções de ano novo.

Segundo a pesquisa, liderada pelo psicólogo Richard Wiseman, da University of Hertfordshire, a maioria das pessoas não consegue cumprir suas resoluções de ano novo por usar estratégias que não funcionam para tentar alcançar seus objetivos.

Mas mudar essas estratégias, optando por exemplo por dividir o objetivo final em uma série de pequenos objetivos e se dar uma recompensa a cada passo, aumenta as chances de sucesso, diz o estudo.
Wiseman disse que as técnicas mais bem-sucedidas tendem a ser aquelas onde a pessoa faz um plano e tenta ajudar a si própria no alcance do seu objetivo.

Auto-ajuda

Os pesquisadores que trabalharam com Wiseman perguntaram a 700 pessoas quais tinham sido suas estratégias para conseguir colocar em prática suas resoluções para o ano seguinte.

Os tipos de resolução tomadas variavam entre perder peso, desistir de fumar, conseguir um diploma ou começar um relacionamento melhor.

Entre as pessoas que falharam, 78% dos ouvidos, muitas haviam seguido conselhos de gurus de auto-ajuda.

Esse grupo, para tentar alcançar seus objetivos, optou por reprimir desejos, fantasiar sobre o sucesso, adotar um modelo como referência ou simplesmente apostar em sua própria determinação.

Segundo Wiseman, esse tipo de abordagem, frequentemente recomendada em literatura de auto-ajuda, não funciona e pode até ser danoso.

"Se você está tentando perder peso, não basta colocar uma foto de uma modelo na porta da geladeira ou fantasiar sobre ser magro", disse o psicólogo ao TheGuardian.
"E, muitas vezes, não conseguir realizar suas ambições é prejudicial porque pode privar as pessoas de seu sentido de autocontrole."

Segredo do Sucesso
Aqueles que conseguiram colocar em prática suas resoluções, além de dividir o objetivo final em passos menores e dar a si próprios recompensas, usaram estratégias como compartilhar seus planos com amigos, focar a atenção nos benefícios alcançados e anotar seus progressos em um diário.
As chances de sucesso para os que planejaram uma série de objetivos menores foram de 35%.

Já entre os que adotaram as cinco estratégias acima, as probabilidades de sucesso aumentaram para 50%.

Outras estratégias que ajudaram as pessoas a realizar seus planos foram tomar uma única resolução de cada vez e tratar recaídas ocasionais como escorregões momentâneos, concluiu o estudo
 Fonte: www.terra.com.br

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Receita de Ano Novo - para todos nós!!!

Para os amigos novos, para os novíssimos, para os antigos, e para os mais antigos ainda...faço minhas as palavras do Poeta...Que nós todos possamos merecer esse novo ano que está por chegar! Pra nós todos um maravilhoso 2010!

RECEITA DE ANO NOVO

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;  novo
até no coração das coisas menos percebidas(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Champagne- sedução efervecente

Existem muitas histórias sobre a origem ou o descobrimento deste vinho efervescente que maravilhou a corte francesa e toda a nobreza européia além dos intelectuais desde meados do século XVII. Uma unanimidade que prevalece até os dias de hoje.

As cidades de Reims e Epernay no norte da França disputam a "paternidade" do champagne, nome dado ao vinho espumante francês da região de mesmo nome.

Alguns historiadores creditam a um monge beneditino, Dom Pérignon, a invenção do champagne, mas outros dizem apenas que ele desenvolveu alguns processos que colaboraram para o descobrimento desta bebida.
A partir da mistura de três tipos de uvas, a branca chardonnay, as escuras pinot noir e pinot meunier, são produzidos diferentes champagnes, "brut" , "sec", "demi-sec". Mas estas são informações importantes, sem dúvida, para estudiosos, profissionais do ramo, ou até mesmo para os "entendidos de plantão", que fomentam aquelas ainda intermináveis discussões nos restaurantes, sobre uvas, procedência, etc, etc.

Uma viagem de prazeres!

Ao visitar algumas das centenas de caves na região denominada "Route du Champagne" a cerca de 100 Km ao norte de Paris, sejam elas grandes e conhecidas produtoras, ou aquelas mais simples comandadas por pequenas famílias, ouvimos sempre estas mesmas explicações técnicas, variando-se apenas alguns detalhes de uma para outra. O orgulho com que estes produtores nos apresentam seus champagnes faz dos detalhes chatos (para nós mortais apreciadores), realmente apenas detalhes, ainda mais experimentando uma aqui e outra ali. Prazer este, também compartilhado com a beleza da região, onde pequenos e floridos vilarejos (no verão e primavera especialmente), são interligados por curtas e não menos bonitas estradinhas que entrecortam as verdes plantações de uva. Em cada um destes vilarejos, estão escondidas, sob pequenas casas, galpões ou imponentes "Chateaux", dezenas de caves com os mais deliciosos espumantes do mundo.
Sempre encontramos em algumas delas espumantes especiais, que são guardados como tesouros, e fazem uma grande diferença na qualidade e também nos preços, como os "Millésimés", por exemplo, produzidos em anos de safras maravilhosas, e os "Cuvées de Prestige", que são produções também especiais e exclusivas de alguns destes produtores.
Ouvimos sempre nestas visitas dicas importantes sobre como preservar e prolongar o prazer de degustar um bom champagne. Algumas delas podem parecer elementares, mas nunca é demais repeti-las, como por exemplo, ao abrir uma garrafa, antes de experimentar, cheirar a rolha, pois o champagne pode estar "bouchonné ", ou seja estragado. O cheiro de mofo é inconfundível e qualquer um pode detectá-lo, e a outra dica básica é a temperatura, que deve estar em 8ºC., e para gelar adequadamente o champagne, o ideal é colocá-lo num balde com água e acrescentar gelo lentamente. Um champagne quente é tão ruim como cerveja quente e também dá muita espuma. Muito gelado, também como a "loura" mascara o paladar.
Além de conhecer um pouco mais sobre processos, conhecemos pessoas maravilhosas, apreciamos paisagens e também parte da história da França, tudo isto desfrutando de "petillants" degustações, e lógico, finalizando com comprinhas básicas que transformam este programa num prazer indescritível.

Prazer e Sedução!

Com este breve "guia de turismo" e "manual de sobrevivência" na mente, delete o que considerar supérfluo e concentre-se no que importa.
Comecemos pelo prazer lúdico. Quando estiver só, pensando na vida, experimente ligar o som com a música de sua preferência, servir-se de uma taça de espumante do gosto ou paladar de seu bolso, colocar os pés para cima, e dentre um gole e outro apreciar as bolhas subindo.
A seguir vem o prazer compartilhado. Logicamente para situações mais agradáveis, a dois, este prazer tem diversas versões.
Aquela bandeja de café da manhã, com flores e frutas, com um champagne gelado é infalível.
E o jantar à luz de velas precedido por um brinde sussurrado
Existe o prazer conservador. Para compartilhar a solene frase, "esta ocasião merece um brinde especial", ou brindar com amigo, ao cortar o bolo de casamento, ou na formatura, etc.
Tem também o prazer supersticioso ao quebrar uma garrafa no casco de um barco novo quando lançado ao mar.
Por estas e tantas outras que para muitos apreciadores como eu, o champagne é um dos principais sinônimos de prazer.
E por aí vamos seguindo e degustando as variações sobre o mesmo tema que nossa imaginação efervescente permitir!
*Este texto é de Eduardo Avelar, chef de cozinha e consultor gastronômico do Jornal Estado de Minas e a foto é minha mesmo!