sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Vou ali...dar um passeio...mas volto logo!


Meninos e meninas,
Vou ali dar um passeio...pequenas férias...
Fiquem com Deus, e até a volta!
Comportem-se! Não demoro!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Souflê de queijo...sempre preferido!


Dos souflês, o de queijo é o meu preferido...não existe nada tão leve, que combina bem com qualquer tipo de carne, ave ou peixe...ou sozinho...com uma salada verde...e uma taça de chardonay? tem coisa melhor? Eu não conheço...

Essa receita é campeã...o souflê servido no restaurante Marcel, de São Paulo. O meu não ficou assim, maravilhoso, mas como não tenho que agradar à ninguém além da minha própria pessoa, ou àqueles que me querem bem...eu acho que ficou bem bom!

Para o souflê (4 unidades)

450g bechamel, 200g queijo gruyère, 150g gemas, 300g claras, 20g queijo ralado.

Etapas do preparo:

1) Em uma frigideira derreta o queijo.

2) Acrescente o bechamel e mexa. Depois acrescente as gemas e mexa até ficar homogêneo.

3) Bata as claras em neve e incorpore à massa com uma escumadeira.

4) Coloque a mistura do suflê em ramequins individuais, formando a base. Acrescente um pouco mais de claras em neve no restante da massa, deixando-a mais leve e cubra o suflê fazendo um “morrinho”.

5) Polvilhe o queijo e asse em forno 200º

O molho bechamel, sempre é bom saber:

1l leite, 10g cebola, 50g manteiga, 1 folha de louro, 50g farinha, sal e noz moscada à gosto. Preparo: Em uma panela derreta da manteiga e coloque a cebola para dourar junto com a folha de louro, acrescente a farinha e mexa. Coloque o leite frio e mexa com um fouet até que engrosse (sem parar nunca de mexer). Reserve.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Viajar...e...comer...


O texto é um pouco longo...mas como fala de duas das minhas paixões: comer e viajar...gostaria de compartilhar com meus leitores

Uma viagem é sempre uma possibilidade de novas descobertas culturais, sociais, turísticas... e, acima de tudo, gastronômicas. Antes mesmo que os europeus colocassem nos mares suas embarcações para buscar as especiarias nas Índias, as trajetórias por outras regiões sempre foram uma oportunidade para descobrir (e conquistar) novos sabores. Afinal, qualquer viagem perpassa mesmo o nosso paladar: os dias na chácara da avó com aquela comida caseira; a ida para aquele destino remoto que se mostra uma oportunidade para desvendar os gostos de povos culturalmente diferentes; as férias no resort com comida de primeira. Viajar é, acima de tudo, estar aberto a conhecer o novo. E isso está ligado também à forma como encaramos nossa alimentação.
No século 13, quando Marco Polo voltou de sua viagem ao Oriente, depois de 24 anos cruzando terras como China, Pérsia, Tibete e Índia, seus relatos eram repletos de sabores. O explorador retornara apaixonado pelos alimentos que havia experimentado. Foi ele, também, quem trouxe uma informação que mudaria a história gastronômica das civilizações: a de que era em Ormuz, na entrada do golfo Pérsico, que chegavam navios carregados de especiarias. Na Europa daquela época, as especiarias eram valiosas: além de usadas para melhorar o sabor dos alimentos, elas tinham a função de conservá-los. Por isso, a busca por esses condimentos se tornou essencial – e bastante lucrativa.
Nessa época, Portugal e Espanha já tinham bastante conhecimento em cartografia e navegação e, com a astronomia e a teoria geográfica, passaram a ganhar os mares em busca de novos caminhos para chegar ao continente asiático. Vasco da Gama aportou em Calicute (litoral da Índia) em 1498, depois de contornar toda a África passando pelo cabo da Boa Esperança. Com a chegada de sua esquadra ao continente, Portugal passou a comprar noz-moscada, pimenta-do-reino, cravo, gengibre e outras especiarias direto na fonte.
Mas essas viagens transoceânicas também possibilitaram mais que descobrir o caminho que levava às Índias. Espanhóis e portugueses chegaram, pela primeira vez, ao continente americano (em 1492 e 1500, respectivamente). Ou seja, a própria descoberta do nosso continente foi causada pela busca empenhada por alimentos.

A verdade é que as navegações mudaram para sempre a forma de consumirmos alimentos e permitiram um intercâmbio enorme entre produtos de países e regiões muito diferentes. Pela primeira vez, as especiarias asiáticas difundiram-se pela Europa e chegaram a outros continentes. As plantas americanas (como milho, batata) propagaram-se por todo o planeta. Produtos tropicais como chá, café, chocolate e cana-de-açúcar mudaram (e criaram) hábitos, enquanto alimentos típicos da Europa mediterrânea, como trigo e uva, acompanham a colonização de vários países – tornando o pão e o vinho, por exemplo, indispensáveis na alimentação de muitas sociedades. “As rotas marítimas romperam as fronteiras gastronômicas e colocaram os alimentos em um mapa verdadeiramente globalizado”, afirma o historiador Henrique Carneiro, autor do livro Comida e Sociedade – Uma História da Alimentação.

Fome de turismo

Desde então, viagens e gastronomia sempre estiveram associadas. Mas foi só no século 20 que as viagens motivadas pela culinária passaram a ganhar os itinerários de turistas. Os primeiros guias turísticos publicados indicavam as melhores pousadas e lugares para comer em cada região. Como muitas vezes quem elaborava esses guias eram chefs de cozinha e gourmets, as indicações eram certeza de boa comida. E os turistas ávidos pelos prazeres da mesa seguiam as dicas à risca, visitando os restaurantes sugeridos. Um dos mais famosos guias até hoje é o Michelin, que, desde 1901, oferece um repertório amplo de especialidades culinárias em diversos lugares do planeta. Uma estrela no guia já é o bastante para o restaurante valer uma visita.
O turismo culinário, em que a gastronomia do país visitado é parte preponderante da viagem, só ganhou esse batismo no fim dos anos 90, quando alguns países (principalmente europeus) passaram a determinar rotas puramente culinárias em seus territórios. Na Itália, turismo gastronômico significa visitar as cantinas e se empanturrar das melhores pastas. Na França, ir aos restaurantes estrelados provar os requintados pratos da cuisine francesa. Muitos países se tornaram destinos populares graças a sua culinária, como a Croácia, a Grécia e o México. As rotas dos vinhos, em vários lugares, e do azeite, pelos países do Mediterrâneo, também viraram alvos dos gourmands. “A gastronomia ganhou lugar ao atrair um segmento de viajantes interessados em estimular seus sentidos através da experimentação da cozinha do outro”, explica Janine Collaço, antropóloga e professora do Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (UnB).
De acordo com Janine, a gastronomia passou a ter mais importância nas viagens, sempre como uma forma de experiência de contato com a diversidade cultural. Muitos países começaram a resgatar algumas identidades de sua própria culinária e buscar as raízes regionais de seus pratos mais típicos. Nada melhor que escapar das grandes capitais e centros urbanos para experimentar sentar em meio ao sossego de uma mesa de uma cidadezinha do interior e se fartar da comida mais regionalizada. “O deslocamento até a região, degustar in loco a comida de lá, é tudo parte dessa experiência, uma forma de provar o que de mais autêntico é cozinhado ali”, diz.
Hoje, o viajante quer cada vez mais compreender a cultura do lugar que visita. E um dos elementos mais representativos da cultura de um destino é, sem dúvida, sua culinária. Viajar se tornou parte essencial da nossa vida, é uma atividade fascinante que permite vivenciar novas culturas, atitudes de vida, pessoas, pontos de vista, filosofias... novas culinárias, enfim. “Se você não viaja, não experimenta todas as oportunidades do mundo, fica limitado ao cenário provinciano de sua própria vida”, tascou Arthur Frommer, viajante profissional e criador dos famosos guias de viagem Frommer’s, que também se especializaram em indicar endereços imperdíveis nos mais variados destinos, incluindo restaurantes, claro.

A comida do lugar 

A escritora americana Elizabeth Gilbert levou a frase de Frommer a sério. Depois de um divórcio, uma desilusão amorosa e uma depressão, decidiu cair no mundo para (re)descobrir os seus prazeres. Entre eles, o da gastronomia. Ela sempre foi do tipo que comia “iogurte de leite de cabra orgânico salpicado de gérmen de trigo” pela manhã. Mas, em Roma, se viu em meio a um banquete tão farto de alimentos deliciosamente preparados, que simplesmente desistiu de adotar uma dieta tida como saudável e se entregar aos deleites da cozinha italiana. Engordou 11 quilos ingerindo “quantidades abissais de queijo, massa, pão, vinho, chocolate e pizza”. Mas nunca se sentiu tão feliz comendo. “Quando olhei no espelho de uma pizzaria em Nápoles, vi um rosto de olhos brilhantes, pele imaculada, feliz e saudável. Há muito tempo meu rosto não ficava assim”, conta no livro ,Comer, Rezar, Amar. A experiência romana fez com que Elizabeth reavaliasse sua relação com a comida e, de quebra, repensasse seus hábitos de vida.

Com a maioria das pessoas também é assim. A viagem não deve ser apenas um deslocamento geográfico. Deve ser uma experiência singular, transformadora. Quando viajamos, nos abrimos ao novo, consideramos outras possibilidades e perdemos o preconceito. Por mais que você não goste de berinjela, não vai perder a chance de experimentar um delicioso ratatouille caseiro se estiver no sul da França. Ou provar babaganuche quando visitar a Síria. Embarcar nessa refeição é uma forma de se entregar melhor à viagem, de viver a experiência de conhecer outro lugar mais a fundo.

E os pratos típicos dizem muito da cultura de cada região. A chef Brigitte Anckaert, do restaurante Flor do Coco, em Olinda, sabe bem disso. Nascida na pequena cidade belga de Enghien, foi comissária de bordo antes de se dedicar à cozinha. Fã de comida, viajou o mundo provando a culinária de muitos lugares, do Zaire ao Irã, da França ao Marrocos. No Brasil, se apaixonou pela comida e pelas paisagens, e veio de panelas e cuias para o país. “Costumo definir a cultura de uma sociedade pelos seus monumentos, sua relação com o passado e, principalmente, pela sua cozinha” diz ela. “Cada país tem seus encantos culinários, suas especificidades, seus segredinhos. E isso torna sua culinária tão rica, tão característica. Sempre brinco com as pessoas: dize-me o que cozinhas e te direi de onde és’.”
A verdade é que a comida de cada região permite que o viajante tenha uma experiência gastronômica totalmente diferente em cada destino. E que a memória daquela viagem sobreviva em torno de imagens e sabores como lembrança depois. Não tem jeito: toda vez que você comer aquele prato delicioso daquela viagem de anos atrás, vai se recordar dos dias que passou por lá. Pode ser das férias sensacionais que tirou pelo sul da Bahia, o cruzeiro pelas ilhas gregas ou até o fim de semana visitando os melhores restaurantes de São Paulo – que, aliás, é uma verdadeira odisseia pelas culinárias do mundo todo. Com uma só garfada, você é capaz de voltar rapidinho para aquele destino. Mas vale lembrar que nem sempre é preciso ir muito longe para conhecer novos sabores. Uma viagem gastronômica pode começar ali mesmo, na sua cozinha. Basta arrumar na bagagem os ingredientes certos e se preparar pra embarcar nessa jornada.

Comendo fora

-Vá a um bom restaurante

-Escolha um dia para comer em um restaurante chique. Leve 100 reais, dólares, euros (ou a moeda que for) a mais do que costuma gastar em uma refeicão para se dar esse luxo. “Incorpore esses 100 ao preco da passagem – e sua extravagância acaba de virar um artifício contábil”, diz Ricardo Freire, autor do livro 100 Dicas para Viajar Melhor.

-Leve um tempero na mala

-Nem sempre a comida do avião – ou até do próprio destino – é bem temperada. Uma dica é levar um vidrinho de molho de pimenta na bagagem de mão. Sempre ajuda a melhorar o sabor.

-Pesquise a gastronomia

-Procure saber quais as comidas típicas do lugar e os enderecos para prová-las. “Sempre que viajo vou disposta a provar tudo, mesmo que seja algo que não gosto”, diz a viajante gastronômica Alessandra Blanco, autora do blog Comidinhas.

-Esqueça a balança

-“Nas férias eu nunca penso que posso engordar. É como se a gente tivesse licenca para fazer e comer o que quiser”, afirma Alessandra, que, quando está na Franca, saboreia um pain au chocolat todos os dias. Coma o que tiver vontade: nunca se sabe quando você vai voltar

-Coma na rua

-Em muitos lugares, as barracas de rua oferecem delícias, seja um acarajé na Bahia, seja um cachorro-quente em Nova York. Valem por uma refeicão e ainda saem mais em conta que em restaurantes.

-Almoce em horários alternativos

-Para evitar ter que passar um tempo perdido na fila de espera de um restaurante, programe-se para comer antes ou depois que o movimento já tenha diminuído. “Em viagens, almoco às 3 ou janto às 7, para ter mais tranquilidade”, anota a escritora Danuza Leão no livro Fazendo as Malas.

Fonte:vida simples abril

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Salada de rúcula com um molho muito gostoso porque o calor está de matar!

Saladinha básica pra quem tá se derretendo na segunda feira brava!
Folhas de rúcula, palmito, e uns certos tomates secos...O molho? Uai, nada mais que iogurte natural, mostarda, mel e um tantinho de sal e pimenta do reino...tudo na medida da sua fome...tá bom?...tá muito bom!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Almôndegas exóticas com molho de abóbora e manjericão num domingo com samba na cozinha

Domingo é de exercer a atividade que a gente mais gosta...cozinhar...é de dia de testar as receitas que você coleciona sempre...dia de não ter hora pra comer...dia de levar seu computador pra cozinha, e enquanto saboreia seu drink preferido, ouvir a música que você gosta...
Domingo é assim...e hoje foi dia de testar essas almôndegas de carne de sol, que ganharam o concurso de comida de boteco em BH!

"Belo Horizonte é um exemplo de valorização da cozinha regional. Todos os anos realiza um concurso para escolher a melhor comida servida nos botecos da capital mineira. E eles são centenas. O Comida di Buteco 2008 revelou os pratos preferidos dos frequentadores dos bares de Belo Horizonte. As receitas não são detalhadas quanto às quantidades de tempero, o que não chega a dificultar o preparo."

Dá um certo trabalho, eu confesso...mas o sambinha do Zeca e a caipiríssima de caju dão uma força!
Se anima, vale a pena!

Olha a receita aí...a quem me forneceu, meu muito obrigada!

1kg de carne de sol
250g de lingüiça semidefumada
2 ovos
250g de farinha de rosca
4 dentes de alho triturados
2 colheres (chá) de noz-moscada
pimenta-do-reino
100g de queijo Minas ralado grosso
óleo de soja

Creme de abóbora:
1kg de abóbora
1/2 pimentão vermelho
1/2 pimentão amarelo
1 cebola em cubos
2 talos de aipo em cubos
1/2 alho-poró
1/2 maço de manjericão
700ml de caldo de galinha
150ml de vinho branco seco
5 dentes de alho amassados
1 colher (chá) de noz-moscada
pimenta-do-reino a gosto
4 colheres (sopa) de manteiga
azeite de oliva
sal
tempero verde
pimenta-biquinho


1. Moa a carne de sol dessalgada com a lingüiça e misture até ficar bem misturada.2. Junte os ovos, o alho, a noz-moscada, a pimenta-do-reino e misture.
3. Coloque uma parte da farinha de rosca até dar liga.
4. Enrole as almôndegas e recheie com queijo.5. Passe na farinha de rosca e frite em óleo quente até ficar crocante.
6. Para o creme, frite o alho com azeite e junte os pimentões e a cebola, deixando cozinhar por alguns minutos
7. Coloque o aipo e o alho-poró, deixando cozinhar.
8. Tempere com noz-moscada e pimenta-do-reino.
9. Junte o vinho e deixe reduzir.
10. Acrescente o caldo de galinha e a abóbora picada, com alguns galhos de manjericão e deixe cozinhar.11. Bata tudo no liquidificador, acrescentando mais algumas folhas de manjericão
12. Acrescente a manteiga e tempere com sal, se necessário.
13. Em um prato, coloque um pouco de creme de abóbora e queijo ralado.
14. Ponha as almôndegas fritas e, por cima o restante do creme.

15. Decore com manjericão, tempero verde e pimenta-biquinho.


Caipiríssima de Caju com Gengibre

01 caju picado socado com açúcar, 01 pedacinho pequeno de gengibre ralado ou bem picadinho, rum, vodka, ou cachaça...e...gelo a vontade! Agora lembre-se: Se beber, é melhor ficar em casa lavando a louça do almoço, ok?

Agora, se você também é fã...deixa o samba rolar...