sábado, 1 de maio de 2010

Filets Suinos com Ervas - Uma boa sugestão pro seu fim de semana


Ingredientes:

-1 kilo de filets suínos
-1 colher de sobremesa de alho picado
-Pimenta moída na hora (opcional)
-1 folha de louro
-1 ramo de alecrim fresco
-1 ramo de manjericão fresco
-3 colheres de sopa de mel
-1 colher de sobremesa de molho shoyo
-1 ½ xícara de suco de tangerina ou laranja
-Raspas de 1 limão
-Sal a gosto
-1 pacote de bacon para enrolar os filets


Como Fazer:


Tempere os filezinhos com sal, alho, as ervas, a pimenta, o mel e o shoyo as cascas de limão e deixe na geladeira por 3 horas. Enrole cada filet em fatias de bacon e arrume-os em uma assadeira. Regue os filets com o suco e leve ao forno a 200º por aproximadamente 1 hora ou ate o bacon dourar. Em uma frigideira doure batatas cozidas na manteiga e temperada com ramos de alecrim.


Essa delicia é da Lucy Leoni no fórum de receitas:  http://minhastuasnossasreceitas.inix.com.br/.... Maravilha!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Românticos são loucos....

Hoje acordei com essa música na cabeça...

Pra passar uma sexta feira chuvosa... 

Românticos
Vander Lee

 Românticos são poucos
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Como eu!
Românticos são loucos
Românticos são poucos
Como eu! Como eu!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Mais um jeito de comer pão de queijo...biscoitão família

Esse biscoito é muito fácil de fazer, não dá trabalho nenhum...num minuto tá pronto pra "matar" a fome no lanche, ou no café da manhã...
É presença obrigatória na mesa da minha casa...quando começo a ouvir o famoso: "Mãe, tô com fome, é pra ele que eu apelo..."
Olha como é simples:

Primeira parte:
-1/2 copo de óleo
-2 ovo
-sal a gosto
-4 colheres de sopa de água

Segunda parte:
-1 copo de polvilho doce ou azedo

Bater no liquidificador os primeiros ingredientes por 5 minutos
exatos. Parar de bater e colocar o polvilho, bater por mais 5 minutos.
Colocar numa forma de bolo untada e assar em forno bem quente.


Obs: Se quiser, acrescente uma 1/2 xicara de queijo duro ralado, ou ainda temperos como alho, pimenta seca, orégano, etc...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

A Pimenta Rosa

Foto: Galeries Lafyette Gourmet
Por: Renata Boechat

Pimenta de mentirinha

Espécie nativa do Brasil, a pimenta rosa tem parentesco com o cajá-mirim e a manga e é marcada pelo sabor delicado.

Não se deixe enganar pela primeira impressão. De semelhança com as xarás dedo de moça, do reino e vermelha, a pimenta rosa tem só o nome. Oscilando entre o adocicado e o levemente picante, o sabor suave do fruto da aroeira vermelha passa longe do às vezes incômodo ardido provocado pelas pimentas "de verdade".

Por isso, no terreno da gastronomia, a pimenta rosa está mais para "a cereja do bolo", uma vez que é mais utilizada para dar um toque final ou decorar os pratos. "Geralmente, ela não é usada no preparo dos pratos porque não libera sabor, por isso ela é usada para fazer finalizações", esclarece Carolina Moretzsohn, proprietária do Café do Museu, que acrescenta o ingrediente a molhos ou o salpica sobre determinados pratos, como risotos.

Em razão de sua leveza, é mais adequado usar a pimenta rosa com outros ingredientes de sabor mais delicado, como carnes brancas, de acordo com Ana Flávia Lamas, chef do restaurante Me Gusta. O acompanhamento deve seguir a mesma regra. "Ela harmoniza muito bem com espumante e com vinho branco. Combina muito também com sabores cítricos", completa.

Encontrada no Mercado Central, em delicatessens e supermercados gourmets, a pimenta rosa também é recurso para dar um diferencial ao cardápio em casa. O chef proprietário do restaurante Hermengarda, Guilherme Melo, sugere a preparação de um molho para ser usado em peixes ou massas. "Você pode fazer um molho à base de melaço de cana e adicionar azeite balsâmico e pimenta rosa no final".

Outra dica vem da chef Ana Flávia. "Misture a pimenta a rosa em azeite e você terá um azeite aromatizado para usar na salada", ensina.

Saiba mais:

- A pimenta rosa (Schinus terebinthifolius Raddi) é uma espécie pioneira e nativa do Brasil.

- Ela não tem qualquer parentesco com a família das pimentas. Na verdade, ela é um parente do caju, da manga e do cajá-mirim.

- O que lhe confere esse nome são seus pequenos frutos, que durante a maturação apresentam coloração brilhante e lustrosa, que vai do rosa claro até o vermelho escarlate, tornando-os semelhantes a uma pimenta.

- No exterior, foi introduzida na cozinha europeia pelo seu sabor suave, adocicado e levemente apimentado, com o nome de "poivre rose". Dizem que acrescentou um gostinho tropical à "nouvelle cuisine".

Reportagem: Jornal da Pampulha
Por: Priscila Brito

terça-feira, 27 de abril de 2010

Bruschettas bem sicilianas - Mais uma receita maravilhosa Figos & Funghis

    
Essa receita veio  do maravilhoso Figos e Funghis da Fabiana, e como tudo que ela mostra lá, são deliciosas!

Aqui a receita como ela postou:

Ingredientes: (rende 4 bruschettas)

4 fatias largas de pão italiano redondo

2 dentes de alho grandes

1 berinjela grande cortada em cubos médios

2 tomates sem pele e sem sementes em cubos médios

1/2 pimentão vermelho sem pele e sem sementes

3 colheres de sopa de azeitonas pretas picadas

3 colheres de sopa de alcaparras

1 pitada de pimenta chilli em pó

1 pitada de pimenta-do-reino moída na hora

6 colheres de sopa de azeite de boa qualidade

2 colheres de sopa de vinagre (usei o vinagre de Mel da Borges)

1 colher de chá de açúcar

sal marinho a gosto

folhas frescas de manjericão

Modo de Preparo: 
Para a Caponata: Frite os cubos de berinjela em azeite bem quente até que fiquem douradas. Retire as berinjelas com uma escumadeira e acomode-as sobre 2 camadas de papel absorvente. Cubra com mais 2 camadas e deixe descansando por 20 minutos. Faça uma cruz nos tomates e queime-os sobre a chama do fogão para que soltem a pele. Abra-os ao meio, retire as sementes e corte-os em cubos. Faça o mesmo com o pimentão vermelho, queimando-o na chama do fogão até que solte a pele (parecerá queimado por fora). Caso fique algum fragmento ainda da pele retire-a em água corrente. Misture a berinjela, os tomates e o pimentão vermelho em uma tigela e regue com um fio de azeite. Acrescente as azeitonas, as alcaparras, o vinagre, o açúcar as pimentas e ajuste o sal. Misture bem e guarde em um recipiente fechado na geladeira por 24 horas. Para montar as bruschettas asse os dentes de alho com as cascas em forno baixo (160º) por 30 minutos. Retire as polpas (que parecerão uma pasta) e esfregue-as sobre as fatias de pão italiano. Aqueça uma grelha e toste as fatias de pão dos dois lados. Retire e cubra com a caponata (fria ou quente, depende de como você prefere). Enfeite com folhas de manjericão fresco e sirva.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A Provence e seus bucólicos campos de lavanda - Blogagem Coletiva - Lilás

Na blogagem coletiva de hoje, onde a minha querida Glorinha escolheu como cores-tema o roxo-lilás; sem medo de ser repetitiva ou de não estar sendo assim tão original, não consigo pensar em outra coisa que não seja os campos de lavanda da Provence. Não, eu nunca estive lá...mas a vontade imensa me transporta de imediato!
Um dos emblemas da Provence são os campos de lavanda. A cor, o aroma, a textura da haste de florzinhas retorcidas é a cara desse recanto da França.

Localizada entre o Mediterrâneo e os Alpes, a região tem pequenas vilas e cidades grandes, restaurantes excepcionais, festivais, concertos e parques. Marselha é a capital, com mais de 1 milhão de habitantes. Cercada por muros, Avignon foi sede do papado no século 14, tem festival de artes e teatro todo verão. Também conhecida como Cidade das Mil Fontes, Aix-en-Provence é a terra natal de Paul Cézanne. Arles, onde Van Gogh pintou Os Girassóis e A Ponte de Arles, guarda vestígios da época em que foi uma das cidades mais importantes do Império Romano. St.-Rémy tem ruínas gálico-romanas e o monastério onde o pintor cortou a orelha. Le Baux foi uma cidade-fantasma por 300 anos, e hoje tem menos de 50 habitantes, ruínas medievais e sítio arqueológico. Seja qual for o roteiro, é impossível ficar entediadoos.

A Provence é aquela região dos sonhos de todo romântico: tem campos de lavanda no horizonte, excelentes vinhos, cenários imortalizados por pintores como Cézanne e Van Gogh...
Mas se o seu objetivo for realmente ver os campos de lavanda floridos e tirar fotos de cartão postal, você precisa ir a Apt, cidadezinha das mais desenvolvidas da região do Luberon. (O Luberon é a essência da Provence, uma área de montanhas verdejantes e planícies que escondem vilas mínimas e matadoras de charmosas: por algumas delas caíram de amores gente como Henri Matisse, Pablo Picasso, Albert Camus e Virgínia Wolf, a ponto de se mudarem pra lá por uma temporada).

Apt sozinha produz 20% de toda a lavanda da França. Mas é preciso ficar esperto: para ver os campos floridos é preciso programar sua viagem para junho, julho ou, no máximo, agosto, quando rola a colheita e a destilagem para a transformação das flores em essências e sachês. E pra ver é só rodar um pouco de carro pelas estradinhas dos arredores da cidade.

Fontes: http://outromododeviajar.wordpress.com
http://www.avignon-et-provence.com
http://viajeaqui.abril.com.br
Fotos da internet

domingo, 25 de abril de 2010

Biscoitos Monteiro Lopes - a receita da minha amiga Marly


A minha amiga Marly, dona do ótimo Saboreando a Vida, nos mostrou outro dia esses deliciosos biscoitos...que são típicos do Maranhão...eu fiquei logo curiosa e fui me arriscar, lógico! Digo que os meus não se comparam aos dela, que ficaram perfeitos, mas deu pra sentir a delícia desses biscoitos...Obrigada Marly, pelo seu carinho de sempre aqui no blog, e por nos mostrar tanta coisa maravilhosa que a gente ainda não conhece!
A receita é dela, e eu repasso pra vocês aqui:


Massa:
-500g de farinha de trigo
-250g de manteiga ou margarina de boa qualidade (rica em lipídeos)
Calda:
-2 xícaras (chá) de água
-8 colheres (sopa) de chocolate em pó
-1 colher (sopa) de manteiga ou margarina
Para rolar os biscoitos:
-2 xícaras de açúcar granulado comum


Preparo:
Ligue o forno em temperatura média/alta 200ºC. Unte e enfarinhe um tabuleiro grande e ponha-o de lado.


Massa:Misture os dois ingredientes até obter uma massa homogênea. Abra e corte a massa, como eu fiz, ou faça rolinhos não muito finos e disponha-os no tabuleiro preparado. Leve o tabuleiro ao forno preaquecido por uns 40 minutos. Depois disso, tire o tabuleiro do forno e deixe que os biscoitos esfriem no próprio tabuleiro.
Calda:Misture os ingredientes numa panela e leve-a ao fogo, deixando que cozinhe até encorpar, como uma calda.Deixe esfriar. Passe os biscoitos assados e frios na calda e role-os no açúcar.

Notas da Marly:
"Atendendo a dois pedidos insistentes, confirmo (pois já disse isso, no início do post) que na receita clássica desse biscoito, a calda de chocolate leva açúcar: de 1 xícara (chá) a 1 xícara (chá) e meia. Se você deseja ficar na média, sem alterar a receita tradicional, acrescente 1 xícara (chá) de açúcar à calda de chocolate. A calda é cozida até chegar ao ponto de fio. Os biscoitos são molhados nessa calda e rolados no açúcar cristal. Criei essa versão mais light por duas razões: estou tentando reduzir o açúcar de minha dieta; e porque é um pouquinho trabalhoso banhar os biscoitos na calda clássica (é quase como banhá-los no chocolate derretido)."

"Acrescentei 1 e 1/2 colheres de sopa de leite à minha massa para facilitar a moldagem dos biscoitos, nas receitas, porém, não entra leite"