sábado, 29 de maio de 2010

Un hommage à mes lecteurs en France - Garou et Céline, Sous le vent


Avec le merveilleux duo Garou et Céline Dion,
Je vous souhaite à tous
Un grand jour!

Com o maravilhoso dueto de Garou e Céline Dion,
Desejo a todos
Um ótimo dia !

Sous le Vent
Et si tu crois que j'ai eu peur
C'est faux
Je donne des vacances à mon coeur
Un peu de repos
Et si tu crois que j'ai eu tort
Attends
Respire un peu le souffle d'or
qui me pousse en avant
et...
Fais comme si j'avais pris la mer
J'ai sortit la grand voile
Et j'ai glissé sous le vent
Fais comme si je quittais la terre
J'ai trouvé mon étoile
Je l'ai suivie un instant
Sous le vent...
(Céline Dion)
Et si tu crois que c'est fini
Jamais
C'est juste une pause, un répit
Après les dangers
Et si tu crois que je t'oublie
Écoute
Ouvre ton corps aux vents de la nuit
Et ferme les yeux
Et...
Fais comme si j'avais pris la mer
J'ai sortis la grand voile
Et j'ai glissé sous le vent
Fais comme si je quittais la terre
J'ai trouvé mon étoile
Je l'ai suivie un instant
Sous le vent
Et si tu crois que c'est fini
Jamais
C'est juste une pause un répit
Après les dangers
Fais comme si j'avais pris la mer
J'ai sortit la grand voile
J'ai glissé sous le vent (j'ai glissé sous le vent)
Fais comme si je quittais la Terre
J'ai trouvé mon étoile
Je l'ai suivie un instant (suivi un instant)
Fais comme si j'avais pris la mer
J'ai sortit la grand voile
Et j'ai glissé sous le vent (j'ai glissé sous le vent)
Fait comme si je quittais la terre
J'ai trouvé mon étoile
Je l'ai suivie un instant (suivi un instant)
Sous le vent (céline)
Sous le vent (Garou et Céline)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Ice Cream Pepper

Ganhei esse livro lindo de presente outro dia...e digo que me encantei com ele...afinal, não seria diferente, pois sou grande apreciadora de pimentas em geral.
A primeira receita que me chamou atenção, dentre tantas outras, foi esse sorvete de pimenta...Fiquei louca para experimentar...e foi o que eu tratei logo de fazer!
A receita pede como acompanhamento uma calda de chocolate, que eu não fiz pois tenho tentado cortar as calorias na medida do possível...mas recomendo que você faça sim, caso goste tanto assim de pimentas como eu!
Olha a receita, é bem fácil:

Ingredientes:

- 02 litros de sorvete de creme/baunilha
- 190g de geléia de pimenta
- 200g de chocolate meio amargo
- 3/4 xicara de água
- 01 colher (sopa) de açúcar
- 1/4 xicara de creme de leite fresco
- 01 colher (cha) de manteiga
- 01 colher (sopa) de rum

Preparo:

Deixe o sorvete em temperatura ambiente, até ficar levemente amolecido. Misture a geléia de pimenta e volte o sorvete pra o freezer. Coloque o chocolate, a água, e o açúcar em uma panela em banho maria.
Deixe em fogo lento, mexendo sempre até o chocolate derreter por completo. Continue a cozinhar em banho maria por mais 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Retire do fogo e misture os demais ingedientes. Sirva o sorvete com a calda...ou não...

Eu usei geléia de pimenta da Queensberry, maravilhosa...mas se você é prendado e tem tempo, faca a sua propria geléia! E seja feliz!

A geléia de pimenta:

Leve ao fogo 1,5 kg de açúcar e 1 kg de pimenta dedo de moça cortada em pedacinhos pequenos. Assim que começar a ferver retire a mistura do fogo e deixe esfriar. Depois disso, acrescente 1 xicara de suco de limão e leve ao fogo alto durante dois minutos, mexendo sem parar. Abaixe o fogo, junte um pacote de pectina natural e vá misturando com a colher de pau. Guarde em vidros esterelizados.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Pão de Curry com Cebolas Carameladas - Sucesso pras visitas!

Ontem recebi uns amigos em casa...gente que como eu gosta de comer alguma coisa diferente...e como tinha essa receita guardada havia algum tempo à espera do momento certo...resolvi serví-lo, acompanhado por uma pastinha ligeira de gorgonzola com pistache...A surpresa foi muito agradável...um pão super aromático, o sabor forte do curry contrastando com o adocicado das cebolas...genial!!! E o gorgonzola foi perfeito pra acompanhar...
Sugiro que você faça caso goste de sabores fortes...e digamos...diferentes...caso contrário...fique no maravilhoso Merlot que  as pessoas tão "finas e gentis" trouxeram pra dona da casa!

A receita: (fiz algumas mudanças por minha conta - estão nos parênteses)

Ingredientes:

• 450g de mistura para pão (usei farinha de trigo)
• 1 envelope de fermento biológico seco instantâneo (10g)
• 1 colher (de sopa) de curry
• 1 ovo
• 220ml de leite
• 2 colheres (de sopa) de margarina
( acrescentei 1 colher de chá de sal, e 1 colher de chá de açúcar)

• Recheio:
• 3 cebolas médias fatiadas finamente
• 2 colheres (de sopa) de açúcar
• Sal a gosto

Modo de preparo:

Coloque a mistura para pão caseiro (no meu caso a farinha de trigo), o fermento biológico e o curry num recipiente, mexendo bem. Adicione o ovo, o leite e a margarina, misturando com as mãos até obter uma massa compacta. Passe para uma superfície limpa e sove até que fique lisa e homogênea. Cubra e deixe descansar por 40 minutos ou até dobrar de volume. Enquanto isso, leve as cebolas com o açúcar e o sal para uma frigideira e, em fogo baixo, mexa até que murche e fique amarronzada. Desligue e reserve. Abra a massa com um rolo até obter 0,5cm de espessura, espalhe a cebola e enrole como rocambole. Ponha em uma fôrma para pão e deixe descansar mais 15 minutos. Asse em forno médio (190 graus) preaquecido durante cerca de 20 minutos ou até que esteja bem dourado. Desenforme ainda morno e deixe esfriar.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Kobe Beef

O Kobe, ou carne de boi no estilo Kobe, é encontrado somente em restaurantes mais refinados devido ao seu alto custo.
Mas o que ele tem de tão especial? A principal característica é a existência equilibrada de finas camadas de gordura em toda a carne, o que é chamado de marmoreio. Ele é o responsável pelo sabor, pela maciez e suculência do corte. Durante o cozimento, a gordura derrete e deixa a iguaria espetacularmente deliciosa.
Por que no Japão? No século 2, introduziram no país a raça de gado Wagyu. O que faz o Kobe ser uma carne especial é uma conjunção de fatores: genética da raça, condições topográficas e climáticas japonesas, alimentação e criação feita nos padrões rígidos japoneses.
A denominação Kobe só pode ser usada para carne produzida na região de mesmo nome. O animal, da raça Wagyu, é castrado e a engorda se dá por um período que varia entre 26 e 36 meses de confinamento.
Entre os mitos sobre a criação do gado Kobe, os mais comuns são que o animal é massageado com saquê, ouve música clássica, bebe cerveja e outros.
Vamos por etapa: o gado é escovado com saquê porque alguns produtores acreditam que a bebida ajuda a amaciar a pele do animal, dando assim mais qualidade à carne. Não é comum, mas acontece.
A idéia de tocar música parece ajudar o gado a relaxar e, assim, manter a carne macia. A cerveja tem uma explicação mais prosaica. Nos meses de verão, por causa do calor, o gado se alimenta menos. Segundo alguns criadores, uma cerveja por dia ajuda a melhorar o apetite do gado e a manter o ritmo de alimentação adequado.
Mesmo cobrando preços altos, o Japão não consegue suprir à demanda mundial. A solução encontrada foi conceber uma mistura de raças que começasse a produzir uma carne no estilo Kobe. Nos anos 1990, o gado Wagyu chegou aos Estados Unidos e os cruzamentos se iniciaram. No Brasil, a mistura das raças Angus, Braford e Wagyu foi bem-sucedida, embora alguns apreciadores acreditem que com a raça Nelore a carne seja talvez até mais saborosa que o Kobe original e passaram a chamá-la de Kobe  Tropical. Um dos produtores da carne estilo Kobe no Brasil é Beef Passion.
Além do sabor único, outra característica dessa carne é que, apesar do alto teor de gordura, ela não é prejudicial à saúde.
Entretanto, continua fazendo mal ao bolso, porque ainda é muito cara. E já que falamos dos Estados Unidos, lá, um hambúrguer de Kobe custa em média US$ 40. No Brasil, não se acha o Kobe para comprar em supermercados ou açougues, porque a produção é muito pequena e responde somente às necessidades dos restaurantes.

Fonte: http://www.viagensgerais.com.br
Reportagem: Valéria Vieira

terça-feira, 25 de maio de 2010

Falando de Buenos Aires...Empanadas!

Segundo a maioria dos pesquisadores, as empanadas tiveram sua origem na antiga Pérsia. Já naquela época, os árabes faziam as suas esfihas usando carne de carneiro para o recheio e farinha de trigo para a massa. Séculos mais tarde, a cultura árabe foi levada para os novos povos conquistados na Espanha, mais especificamente para o sul, na região da Andaluzia. Com o passar do tempo, os andaluzes começaram a modificar o preparo dessas esfihas para as seguintes formas:


- colocando manteiga ou outro tipo de gordura na massa;


- trocando o recheio de carneiro por carne bovina e adicionando alguns complementos ou trocando completamente o recheio por ingredientes típicos da região ou utilizando até mesmo sobras de comida. Na maioria das vezes, mantendo o cominho no recheio, porém, acrescentando páprica e algum tipo de pimenta;


- mudando o formato e o tipo de fechamento.


Provavelmente, a palavra empanada vem de en pan, ou seja, algo dentro do pão. Com as colonizações espanholas na América, as empanadas atravessaram o Atlântico e passaram a fazer parte dos hábitos de alimentação dos novos povos. Até os dias de hoje, as empanadas são preparadas em quase todas as regiões da Espanha e em vários países da América Latina, em especial Argentina, Chile, Venezuela e Bolívia, sempre com particularidades de cada região. Mas foi na Argentina que as empanadas encontraram sua maior diversidade.


Cada província desse país inovou à sua moda e, sendo assim, lá podemos encontrar empanadas dos mais diversos tipos e, normalmente, levando o nome de sua região: empanadas tucumanas, rosarianas, cordobanas, salteñas, criollas (esta última, típica da região de Buenos Aires e a mais conhecida por aqui, vendida em algumas lanchonetes, docerias e servida em restaurantes típicos argentinos).
Fonte: Revista Menu

Quando vi a receita de empanadas que a que a Tânia, do Zakuskas fez fiquei animada e fiz também...é verdade que ainda preciso de muito treino para fazer o "repulque", que é aquele acabamento cheio de voltinhas que elas tem.

Segui essa receita:

Empanadas Criollas - Culinária Terra

Ingredientes: 

Massa:
1/2 kg de farinha de trigo + um pouco para polvilhar a assadeira
1 colher (sobremesa) de sal
100 g de manteiga sem sal em temperatura ambiente

Recheio:
1/2 kg de contrafilé limpo cortado em bifes finos
1/2 kg de cebola cortada em cubinhos
50 g de manteiga sem sal
1/2 xícara (chá) de cebolinha verde cortada em rodelinhas
1 colher (sobremesa) de sal
1 colher (café) de cominho em pó
1 colher (café) de páprica
1 colher (café) de pimenta-do-reino
100 ml de caldo de carne
4 ovos cozidos picados
18 azeitonas verdes sem caroço
36 uvas passas pretas sem semente e demolhadas

Modo de Preparo:
Recheio: corte os bifes em tiras e, em seguida, em quadradinhos. Numa panela, doure a cebola na manteiga e junte a carne. Acrescente a cebolinha verde, o sal, o cominho, a páprica, a pimenta-do-reino e o caldo de carne e mexa cuidadosamente. Retire do fogo, deixe esfriar e coloque na geladeira por, no mínimo, 2 horas (é necessário para manter a umidade do recheio)



Massa: misture a farinha e o sal e despeje numa superfície lisa. Abra um buraco no meio e coloque a manteiga. Misture bem e acrescente água morna, aos poucos, até obter uma massa flexível (cerca de 200 ml, o suficiente para dar liga na massa). Trabalhe bem a massa e divida-a em bolas. A seguir, estique as bolas com um cilindro, até conseguir uma espessura de 2 mm. Com a ajuda de um cortador ou um recipiente circular, corte círculos de aproximadamente 10 cm cada um. Enfarinhe 2 a 3 assadeiras e reserve. Retire o recheio da geladeira e adicione cuidadosamente os ovos cozidos. Coloque 1 colher (sopa) do recheio no meio dos círculos, deixando uma borda de massa de cerca de 2 cm por toda a volta. Por fim, acrescente 1 azeitona e 2 uvas passas em cada círculo. Umedeça a borda com água e feche os círculos, apertando bem as bordas. Com a ajuda dos dedos, faça voltinhas na borda, como se fosse uma bainha (se achar muito trabalhoso, faça pressão com um garfo em toda a extensão). Coloque as empanadas nas assadeiras enfarinhadas e asse em forno médio (200ºC), preaquecido, por 8 a 10 minutos, ou até dourar levemente.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

O Caminito, Buenos Aires - Todas as Cores - Último dia da Blogagem Colorida


Neste último dia da blogagem coletiva das cores, quero agradecer à Glorinha , idealizadora do projeto, e a todos que aqui estiveram durante essas semanas.
Só posso dizer que adorei participar, conheci muita gente ótima, li e vi muito post interessante, aprendi muito, e espero guardar todos vocês comigo aqui no blog!
Essa não será a nossa última viagem, muito pelo contrário; esse mundo é infinito, e pretendo ir com vocês ainda à muitos outros lugares!

Na síntese de todas as cores, não consegui pensar em outro lugar que não fosse o famoso Bairro de La Boca, em Buenos Aires, cidade muito querida!

Venham, vamos até lá... 

La Boca é um bairro da cidade argentina  de  Buenos Aires, que por sua localização próxima ao porto, foi habitada por muitos estrangeiros que chegavam pelo porto para trabalhar. O bairro possui duas grandes atrações: O estádio do Boca Juniors (La Bombonera), time com maior quantidade de torcedores da Argentina e conhecido por serem absurdamente fanáticos por futebol, e o Caminito, onde parte do bairro foi restaurada. O Caminito tem uma característica peculiar: as casas são contruídas com tábuas de madeira, placas e telhas de metal e pintados com muitas cores.
Isso porque, quando os estrangeiros - principalmente espanhóis e italianos - construíam suas casas, usavam as tintas que sobravam dos navios do porto para pintá-las.
O Caminito

Conhecido como “Caminito”, pelo famoso tango de 1926 de Gabino Coria Peñalosa e Juan de Dios Filiberto, a rua que representa a maior atração de La Boca, foi criada por iniciativa do pintor argentino Benito Quinquela Martín, onde antes era no início do século XX uma rua sem saída que servia de depósito de lixo. O espaço se tornou um lugar pitoresco, compondo o visual das casas coloridas que se encontram no local e a presença de diversos artistas que expõem as suas obras ao ar livre. Ali se encontra uma vasta mostra de fotografias e pinturas e aos domingos além da feira de artesanato, facilmente encontramos bailarinos de tango, músicos e estátuas vivas apresentando seus espetáculos. Em 1959 foi oficialmente inaugurado como “Museu a Céu Aberto”.

Fontes: Wikipédia
http://www.quetalviajar.com
Fotos: Renata Boechat