sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Vou ali...mas não demoro!

Vou ali, ver uma parte do meu país que eu ainda não conheço...
Não demoro, volto logo...deixo vocês com as aeromoças dançarinas da empresa aérea filipina Cebu Airlines e espero que se divirtam...
Um ótimo feriado a todos,
Até a volta, fiquem bem!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Bolachinhas de Limão

Uma delíca verdadeira...fiz e levei pro trabalho ontem, e não sobrou foi nada...café e bolachinhas e a tarde passou num instante!

Fácil de fazer e deliciosas de comer!

Ingredientes:
175 gr de farinha sem fermento
raspa de 1 limão
110 gr de manteiga à temperatura ambiente (usei mesmo manteiga)
50 gr de açúcar


Preparação:
Aqueça previamente o forno a 180º. Coloque a farinha e raspa de limão numa
tigela grande, adicione a manteiga aos pedaços e esfarele com os dedos.
Junte o açúcar e amasse delicadamente com as mãos para formar uma bola
de massa compacta. Não adicione água, mesmo que pense que é preciso.
Estique a massa cuidadosamente( eu estendi sobre uma superfície
enfarinhada com o rolo também enfarinhado) até obter uma espessura de 1/2
cm. Corte bolachas com cortador de bolachas ou com um copo e coloque num
tabuleiro forrado com papel vegetal. Leve ao forno cerca de 10 minutos, até
começarem a dourar. Deixe arrefecer e retire.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mingau de fubá Mineiro


Mais uma receitinha típica das Minas Gerais...

Tempinho chuvoso, à noite dá uma esfriada, e a gente acaba procurando alguma coisa quentinha pra comer...Esse é daqueles alimentos que eu costumo dizer que aquecem a barriga e o coração...

Não existe nada mais fácil, olha se você gosta:

• 2 colheres cheias de fubá fino400 ml ou 2 copos de leite
• 4 colheres cheias de açúcar
• 1 colher (café) de canela em pó
• 1 colher (sopa) de manteiga
• Queijo ralado ou canela para polvilhar

1. Coloque ¾ do leite em uma panela, de preferência anti-aderente e leve ao fogo médio/baixo
2. Misture o fubá com o restante do leite, o açúcar e a canela
3. Quando o leite estiver quente, mas não fervendo, junte a mistura de fubá e mexa até levantar fervura
4. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por 15 minutos, mexendo de vez em quando
5. Quando estiver pronto, coloque a manteiga, misture e sirva em um prato fundo ou num bowl...

e fique só olhando a chuva que cai lá fora...

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Comer, Rezar ou Amar?

Não consegui esperar nem os cinemas se esvaziarem...Corri pra ver a fabulosa (nem tão fabulosa assim ela está neste filme, mas...) Julia Roberts fazendo o papel da escritora Liz Gilbert em Comer, Rezar, Amar...

Sim, eu li o livro, e agora vi o filme. Prefiro as coisas nessa ordem. Primeiro imaginar a história, depois ver o que foi feito dela. Muitas vezes a decepção vem, mas nesse caso não foi bem assim.

Os cenários são bárbaros, e eu como adoro viajar, fiquei maravilhada...

Se você ainda não viu, sugiro que não perca, é um filminho "água com açúcar", mas ver aquelas cidades maravilhosas e "de quebra" o Javier Bardem falando português vale, e muito à pena!

Leia o que diz o globo.com :

“Comer, rezar, amar” chega às telas nesta sexta-feira (1º) com a expectativa de transpor para o cinema o sucesso do livro homônimo. Para isso, foram escalados a atriz Julia Roberts, no papel da autora Elizabeth Gilbert, e Javier Bardem, para o seu par romântico, o brasileiro Felipe.
A história autobiográfica fala sobre Liz que, apesar do sucesso profissional e pessoal, sente-se vazia. Para se preencher, a escritora decide reencontrar os seus prazeres perdidos, como o gosto pela boa comida. Ou o conforto de uma religião, principalmente uma exótica para os ocidentais. Por isso, ela escolhe visitar a Itália e Índia, respectivamente. A Indonésia é escolhida para que Liz possa se reencontrar com um guru, que tinha previsto que ela voltaria. Mas lá ela encontra o terceiro caminho desse tripé, ao conhecer Felipe. Javier Bardem até se arrisca em algumas palavras e expressões em português, como “falsa magra”, mas sempre escorrega no sotaque.
Além dessa história de redescoberta, o filme se baseia também em boas histórias laterais que enriquecem o caminho de Liz – e alongam o filme, talvez um pouco além da conta. Na Itália, ela conhece um grupo que a adota, levando-a para restaurantes e até para casas de campo, onde passam o feriado de Ação de Graças. É na Itália que ela começa a aprender a relaxar e a alegria de não fazer nada – o famoso dolce far niente.
Na Índia, ela conhece Richard (Richard Jenkins), um texano que implica com o seu jeito, até que se torna seu amigo e uma espécie de mestre, mesmo com pouca relação com a religião. Na Indonésia, ela reencontra o seu verdadeiro guru, que propõe que ela encontre o equilíbrio entre o prazer e a censura. Também em Bali, ela é apresentada para uma curandeira, que, junto com a sua filha, são responsáveis pelo momento mais emocionante do longa
Ponto fora da curva de todo o longa, os italianos são retratados de maneira caricatural, como já tinham alertados os jornais da Itália. O mesmo não acontece com os indianos, indonésios, nem mesmo com o solitário brasileiro interpretado por Bardem. Aliás, Liz elogia “os brasileiros”, por serem amáveis. E o filme homenageia a música nacional, com citações como o “Samba da benção”, aquele que diz que “é melhor ser alegre que ser triste”.
Talvez porque o filme seja em primeira pessoa, com Gilbert contando as suas próprias experiências na passagem por essas três diferentes culturas, e suas reações a cada uma delas, vemos que o filme não se trata de um manual de auto-ajuda. Ela mesma refuta seguir à risca os ensinamentos hindus quando passa pela Índia, por exemplo. Como se mostrasse que, mesmo as religiões não são – ou não deveriam ser – dogmas impostos, mas sugestões de comportamento.
Mas o maior mérito do longa é não ser direcionado apenas para as mulheres, ou melhor, para esse tipo de mulher que, após conseguir a independência, voltou-se para a casa e, mesmo assim, não consegue encontrar a felicidade. Ele mostra que esse comportamento, essa busca por algo exterior – trabalho, casamento, filhos, etc. – é inócua. “Comer, rezar, amar” é um filme amplo, leve, que vai fazer a alegria delas e, até mesmo, deles."

Eu adorei o filme, e digo que entre os três, preferi o "Comer"...e você, o que prefere?

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Série Cidade de Sonhos - Gruyère - Suíça

 
Dando continuidade à Série Cidades de Sonho, hoje gostaria de convidá-los a virem comigo até a Suíça, onde passaremos o dia na cidadezinha medieval de Gruyère...Sim, aquela que dá nome ao mundialmente famoso queijo que todos conhecem...
Essa pequena cidade aos pés dos Alpes Suíços, situada no Cantão de Fribourg, é uma das mais lindas e pitorescas de toda a Suíça..
 
Em Gruyères, o mais agradável mesmo é passear pela vila, dar-se o prazer de apreciar sua arquitetura, sua beleza e seus charmes. Dado seu tamanho reduzido é coisa que se faz rapidamente.
Mas há algumas curiosidades que valem a pena ver, como o Chateau des  Gruyères, constrído no século XXIII, antiga residência dos Condes de Gruyères, sendo hoje o segundo castelo mais visitado da Suíça.
O famoso queijo “gruyère”

Se você se interessa pela fabricação do queijo gruyère (provavelmente o melhor queijo suíço – mas isso é questão de gosto), você encontra um fabricante logo que sai da vila de Gruyères. La Maison du Gruyère leva você para o coração dos sentidos com uma exposição sobre aromas e sabores. Lá você vai descobrir os segredos da fabricação desse famoso queijo, segundo a tradição ancestral. Aproveite para degustar o delicioso crème de gruyére

A Fondue 
Agora também é uma boa hora de degustar a famosa "fondue", deliciosa especialidade suíça à base de gruyère...
A propósito, se quiser comer uma fondue em ambiente mais romântico, existe um “trem-fondue” que sai de Bulle, a cidade vizinha, capital do município de Gruyère. Numa viagem de ida e volta a localidade do distrito de Gruyère, você tem tempo de saborear com tranqüilidade o prato típico da região.
Estando na Suíça, não deixe de visitar essa linda cidade, e principalmente, não deixe de experimentar o fabuloso Crème de Gruyère...você não vai esquecer desse sabor jamais...assim como eu também não me esqueci!