sábado, 4 de dezembro de 2010

Cofeecake de Maçã

Um bolinho simples, porém fofinho, macio, com um delicioso gostinho de maçã...sugestão pro café da manhã de sábado...muito gostoso e caprichado pra agradar a quem você gosta nessa manhã tão linda!

Ingredientes:
 
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de sal
2/3 de xícara (chá) de açúcar
1 colher (chá) de canela em pó
5 e 1/2 colheres (sopa) de manteiga sem sal, temperatura ambiente
1 ovo batido
1/2 xícara de leite integral
1 maçã descascada e em fatias fininhas
 
Aqueça o forno em 180°. Unte uma forma ou refratário (quadrado ou redondo) de cerca de 22 cm (da outra vez usei um de 20, dessa vez usei um de 18, o que foi melhor, pois a massa é pouca).
Peneire a farinha, o fermento e o sal. Reserve.
Numa tigela, junte 1/3 de xícara do açúcar com a canela e reserve.
Na batedeira (ou com um fouet) bata bem a manteiga com o restante do açúcar (1/3 de xícara), juntando depois o ovo, até ficar um creme homogêneo.
Adicione a farinha em 3 vezes, revezando com o leite, misturando bem.
Despeje metade da massa no refratário. Distribua as fatias de maçã sobre a massa de forma a cobri-la toda. Agora cubra com metade da mistura de açúcar e canela.
Cubra tudo com o restante da massa, e mais uma vez com uma camada do açúcar e canela restantes.
Leve para assar por 25 minutos ou até que fique bem dourado

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Plantações de Arroz no Japão - O trabalho aliado à arte

É impressionante! A arte do cultivo que surgiu através dos campos de arroz no Japão - mas esta não é uma criação extraterrestre. Os desenhos foram habilmente semeados por agricultores.
Para a criação dos desenhos, os agricultores não usam tinta. 
Em vez disso, utilizam o cultivo de arroz de cores diferentes, que foram estratégicamente dispostos e semeados no campo de arroz irrigado.
Quando chega o verão e as plantas crescem, as ilustrações detalhadas começam a emergir.
Quando chega o verão e as plantas crescem, as ilustrações detalhadas começam a emergir.
Personagens da ficção: o Guerreiro e sua esposa, que dão vida em séries de televisão.
O Napoleão em seu cavalo podem ser vistos de aviões. 
Foi plantado com precisão e planejado durante meses pelos agricultores locais.
Os agricultores delineiam os contornos utilizando o arrozeiro roxo e amarelo Kodaimai junto com suas folhas verdes de Tsugaru,  uma variedade romana, para criar estes padrões de cor a tempo entre o plantio e a colheita em setembro.
As diferentes variedades de arroz crescem juntas das outras para criarem obras magistrais.
Nos primeiros nove anos, os trabalhadores destes municípios juntamente com os agricultores locais ampliaram um desenho simples do Monte Iwaki a cada ano.  Mas suas idéias foram ficando mais complexas e atraíam mais e mais atenção. Em 2005, os acordos entre proprietários de terras permitiram a criação de enormes espaços de arte com o seu cultivo de arroz. Um ano depois, os organizadores começaram a utilizar computadores para desenhar com precisão cada parcela na plantação das quatro variedades de arroz de diferentes cores que dão vida às imagens.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Purê de Banana da Terra


Uma comidinha do dia a dia que se parece bem comigo...a combinação de doce com salgado que tanto me agrada!
Purê de banana da terra, bem aveludado, servido com um molho de carne moída bem condimentada, dando um contraste especial...Sugiro que você faça, se gosta de comida assim, digamos diferente e de sabor único...


Anota a receita do purê, que é super fácil, e a carne faça a seu gosto...

Ingredientes:
6 bananas da terra bem maduras

Azeite o suficiente para processar
100 ml de creme de leite
Sal a gosto - eu costumo temperar também com cúrcuma (açafrão da terra), dá um sabor maravilhoso, mas use com moderação, pois o sabor é bastante pronunciado!

Modo de preparo:
Corte as extremidades das bananas. Cozinhe-as com a casca mesmo, até que estejam bem macias e, nesse momento, as cascas se partirem. Tire então as bananas do fogo e, ainda quente, descasque-as. Bata as bananas no liquidificador com o azeite e o creme de leite. O ponto certo é de um creme espesso.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vestidos feitos pra comer - A Arte de Sung Yeonju

A coreana Sung Yeonju não é uma fotógrafa de alimentos comum. Afinal, constrói peças de vestuário com diversos tipos de comida, como banana, pão, e até chiclete. Conheça essa apetitosa série intitulada Wearable Foods.
Os de chicletes são os mais glamourosos, e o de camarão o mais bizarro na minha opinião...e você? Qual deles gostaria de usar?
Veja esses que lindos...o de berinjela é um show!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Biscoito de Três Farinhas

Tenho essa receita há muito tempo, quem me deu foi um grande amigo, dos tempos do Cybercook;Daniel Teles; Grande Chef!
Bons tempos aqueles...era uma turma boa...Iliane, Older, Valentina, Teresa, Márcia, a Tânia, que sumiu...um tempo que deixou saudades, mas muitos amigos também...
Biscoito de três farinhas, que ensinado com tanto carinho, faço sempre questão de repetir...
E aí estão mais uma vez, recheados com goiabada, num estilo "casadinhos", uma delícia verdadeira...é, vocês já sabem, pra acompanhar aqueles cafezinhos, ou o seu chazinho, se você prefere! 
Você pode fazer pra dar de presente no Natal, vão fazer sucesso, tenho certeza!!!
A forma de fazer é sempre variada, faço recheados com goiabada, como os da foto, ou com doce de leite, geléia...ou purinhos mesmo, pra comer com café...sempre deliciosos!
Anote a receita: 

Biscoito 3 Farinhas 

300g de polvilho doce
300g de maisena
400g de farinha de trigo
150g de açúcar refinado
¾ de lata de leite condensado
500g de margarina 80% de lipídios
aroma baunilha ou leite condensado
1g de sal

Bater o leite condensado, a margarina e o açúcar até virar um creme, reserve. Misture as 3 farinhas muito bem juntamente com o aroma e sal. Vá colocando o mix de farinha aos poucos até o ponto de enrolar o biscoito, o ponto não deve ser muito mole, a sensação é de que ela esta um pouco quebradiço.Abra com rolo(espessura 1 cm) e corte em rodelas,  ou modele como preferir e asse em forno quente até dourar.

Obs: Essa receita é bem grande, eu costumo dividir em dois e mesmo assim consigo duas fornadas de biscoitinhos

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Strogonoff de Frango com Maçã Verde

Um jeitinho diferente de servir o bom e velho strogonoff de frango. As maçãs dão um toque especial, crocante, e agridoce ao prato, que pro meu paladar ficou perfeito!

Ingredientes:

■Sal a gosto
■1 colher de chá de alecrim
■3 dentes de alho amassados
■500g de peito de frango limpo, desossado e cortado em pedaços
■500g de coxa e sobre coxa de frango limpa, desossada e cortada em pedaços
■1 maçã verde sem casca cortada em cubos
■1 pacote de creme de cebola (68g)
■1 lata de creme de leite sem soro
■1 lata de leite na mesma medida do creme de leite
■1 xícara de chá de catchup
■1 pitada de noz moscada
■Suco de 1 laranja

Modo de preparo:

Junte as coxas e sobre coxas de frango, o peito de frango, o suco de uma laranja, o chá de alecrim, o alho amassado e a quantidade de sal que julgar necessária, misture e deixa na geladeira por duas horas marinando. Após o tempo na geladeira, refogue os  pedaços de frango em azeite até que dourem
Junte o caldo da marinada, e aguarde até que o frango esteja cozido, mas ainda com caldo. Caso o caldo seque, coloque mais água, e deixe ferver novamente.
Acrescente uma maçã verde sem casca cortada em cubos, uma xícara de chá de catchup e um pacote de creme de cebola, misture e deixe em fogo baixo por 5 minutos. Coloque então uma lata de leite, misture bem e deixe cozinhando por mais cinco minutos em fogo baixo.

Sirva com arroz branco e batata palha. Bom apetite!

domingo, 28 de novembro de 2010

Balé Nacional da China - Lanternas Vermelhas

Um maravilhoso espetáculo de balé ao qual tive o prazer de assistir ontem.
Mil vezes recomendo para você que aprecia a arte e o prazer da dança! Caso aconteça na sua cidade não perca, e se não puder assistir, deixo aqui esta pequena amostra:
Veja a reportagem do Jornal O Estado de Minas abaixo:

O mais badalado diretor do cinema chinês contemporâneo, Zhang Yimou (O clã das Adagas Voadoras e Heroi), aceitou o desafio de adaptar Lanternas vermelhas (filme que dirigiu em 1991 e teve três indicações ao Oscar) para a dança. Conhecido como cineasta que valoriza as cores (e o sangue), ele avisa que nesse espetáculo não será diferente. “No fim, por exemplo, a cor vermelha é jogada contra o branco, criando a cena da morte. Consigo forte contraste de cores.” Sobre a mesma passagem, a diretora artística do balé, Feng Ying, revela, em entrevista ao Estado de Minas: “Bem, a história é trágica e caracteriza a morte no fim. Mas, como você poderá ver, no balé até esse sangue é extremamente poético e bonito. A solução que Yimou encontrou para o final sangrento é de tirar o fôlego
Mais importante e tradicional companhia de dança chinesa, o Balé Nacional da China, criado em 1959, faz sua primeira turnê pelo Brasil. Passou por Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio e Brasília, e encerra as apresentações, amanhã e domingo, no Grande Teatro do Palácio das Artes. E por que nunca estiveram aqui antes? “Boa pergunta, só não sei a resposta”, diz Feng Ying, explicando que o problema principal é a distância, além da organização da agenda. “Não é fácil transportar 120 pessoas para o outro lado do mundo. Mas você pode ter certeza de que estaremos de volta tão breve quanto possível”, promete.
O fato de ser companhia estatal não resolve os problemas de orçamento do grupo. “Temos um patrocínio do governo que apoia o corpo de baile e o pessoal administrativo. Mas precisamos das turnês e de apresentações para completar os orçamentos,” ela explica. O grupo é imenso. São em torno de 100 dançarinos fixos, todos chineses. “Pensamos nossa companhia como muito peculiar e centrada nos costumes chineses. Mas não existe uma proibição de aceitarmos estrangeiros”, esclarece a diretora artística
Atualmente, conta Feng Ying, eles interpretam todos os tipos de dança.
Apenas estão mais concentrados “no período clássico e nas produções clássicas chinesas como Lanternas vermelhas.” Sobre o convite para o premiado Zhang Yimou dirigir e adaptar o filme, ela afirma: “Foi certamente um sucesso. É possível ver a grande influência do cinema no espetáculo”.
Agora, quer saber as diferenças entre o filme e a dança? Ou sobre as dificuldades para a adaptação? Ninguém melhor que o próprio Zhang Yimou para responder.
“A mais importante tarefa da adaptação é servir às necessidades do balé. Para criar espaço para o coreógrafo, temos que desenhar o set para a dança, e, com certeza, devemos simplificar a história, o que significa que temos de mudar o script para um pedaço de papel”, esclarece. Ele conta que desde o início do trabalho, tinha em mente uma imagem: “A de uma bailarina nos ombros de um ator da Ópera de Pequim. Um pas de deux entre essas duas figuras é a imagem que gostaria de construir nesse balé.”