sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Para o Ano Novo eu te desejo,

Neste Novo Ano...

Desejo-lhe FÉ no Criador, seja qual for o nome que Ele tem para você... 
no final das contas, Somos Todos Um.
Desejo-lhe FÉ em você mesmo, em sua bondade essencial, em seu potencial para a felicidade.
E se assim for, então não te desejo mais nada, tudo o mais será consequência...

Renata

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Como servir e degustar espumante



Achei este artigo procurando "dicas" que me pudessem ser úteis e sanar minhas dúvidas a respeito de um tema que sempre me traz insegurança: como servir e degustar espumantes. 
Espero que seja útil pra vocês que também pretendem servir ou apreciar a bebida durante o reveillon. Tim tim!


Introdução



O espumante é o vinho, dentre todos, que se serve mais frio, ao redor dos 9º C. Essa é mais ou menos a temperatura de uma geladeira doméstica em uso rotineiro.


Ele deve ser servido em taças longilíneas, alongadas, conhecidas como flüte, ou flauta. Assim, com uma boa altura de líquido, é possível apreciar a pérlage, que tanto trabalho deu ao vinicultor para ali estar. As taças planas e rasas, que o folclore dizia terem sido­ moldadas nos seios da rainha francesa Maria Antonieta (que morreu na guilhotina durante a Revolução Francesa, de 1792) estão em desuso tecnicamente, mas é claro que podem ser utilizadas também.


As taças do tipo flauta devem ser previamente resfriadas e enchidas em duas fases, para que o excesso de espuma não derrame borda afora.

A abertura de uma garrafa de espumante é um ritual à parte, pois dispensa o uso de ferramentas especiais, como o saca-rolhas (embora existam instrumentos que ajudam a empunhar e firmar a rolha). A rolha do espumante é amarrada por uma gaiola metálica e fica parcialmente exposta, permitindo que seja puxada por essa porção externa.


A garrafa deve estar bem fria e não ter sido chacoalhada durante o transporte até a mesa, pois caso contrário uma expulsão explosiva será inevitável. O espocar da rolha, tão celebrado em festas e comemorações (como nas corridas automobilísticas, por exemplo) é tecnicamente indesejável, pois faz com que se perca uma parte importante do gás carbônico, cujo aprisionamento tanto custou - e que, afinal, é o elemento que faz a diferença entre um vinho tranqüilo e um espumante. Assim, ao abrir um espumante, certifique-se de perder o mínimo possível de pressão - e de não ser atingido pela rolha.


A rolha, assim que afrouxada a gaiola, torna-se um projétil em potencial, responsável por muitos copos quebrados e olhos roxos mundo afora. Cobri-la com um guardanapo de serviço durante toda a operação de remoção é uma boa estratégia.
O vinho espumante deve ser degustado bem frio. Para mantê-lo na temperatura ideal de consumo é recomendável deixar a garrafa dentro de um balde com água e gelo. Não esqueça de envolver a garrafa com um guardanapo de serviço quando retirá-la da água, para que não molhe a mesa ou os convivas.
Espumantes e comida - harmonização
O espumante pode tanto acompanhar comidas quanto ser degustado em coquetéis e como aperitivo, precedendo uma refeição agradável. É tradicional em encontros formais e informais oferecer um espumante aos convidados como forma de recepcioná-los, à chegada
Sua boa acidez, frescor e leveza o credenciam para preceder uma refeição, despertando o apetite e acompanhando o tira-gosto. Bebidas muito pesadas, como a cerveja, saciam o apetite, e muito alcoólicas, como o conhaque ou o uísque amortecem as papilas gustativas.
É ideal também para recepções e celebrações, em solo.
O espumante branco brut acompanha maravilhosamente frutos do mar in natura, como ostras, caviar, salmão defumado, mariscos crus ou em conserva. Também escolta com galhardia os embutidos, como o presunto cru, copa, salames. Mesmo pratos quentes, como preparações delicadas à base de pescados e frutos do mar, massas de sabor suave, e aves de carne branca, especialmente com manteiga ou molhos brancos, como o tradicional Béchamel, vão excepcionalmente bem com o espumante brut (ou nature).
O espumante rosado também admite ser compartilhado com carnes brancas e rosadas, e até mais escuras, como as de aves de caça (perdizes, codornas, faisão) e pequenos animais, como o coelho e o escargot (caramujo). É ideal com salmão, atum, gaspacho (a sopa fria de tomates andaluza) e até carnes frias, como o rosbife fino. Molhos de tomate de pouco cozimento, à primavera, ou com tomates frescos vão muito bem com o espumante rosado.
Os espumantes tintos encontram nas tradições regionais suas combinações mais conhecidas. O Lambrusco (que como Prosecco é o nome de uma variedade de uva) é perfeito com a mortadela bolonhesa. 
Os espumantes doces acompanham patisserie (biscoitos, tortas e bolos doces, recheados ou não com cremes de confeiteiro - a l'ánglaise) à perfeição; e os moscatéis espumantes são acompanhantes maravilhosos para acompanhar frutas de polpa branca, como a pêra, maçã, pêssego branco e melão, bem como macedônias e saladas de frutas.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Couscous marroquino com legumes, passas e nozes

Vocês já viram o couscous em várias preparações neste site.
Tivemos couscous com beringelas e pinolis, a farofa de couscous e mais uma ou outra receita com a sêmola de trigo, mais conhecida por nós como couscous marroquino.
Tem algumas coisas que a gente faz bem na cozinha, e sendo assim são sempre lembradas nas ocasiões especiais...então, como todo mundo queria couscous, tivemos couscous na nossa mesa de Natal!

Bem colorido pra celebrar a data com as cores que lhe são peculiares.
Nada de complicado, apenas bem temperado!

Uma xícara de couscous que deve ser hidratado com uma xícara de caldo de legumes fervente.
Soltar levemente com um garfo, temperar com azeite, salsa, cebolinha e hortelã bem picadinhos, uma cebola e um pimentão vermelho que foram refogados no azeite até murcharem, cenouras e abobrinhas cortadinhas em cubos e cozidas "al dente", nozes, uvas passas sem semente, pimenta do reino branca, mais sal se for necessário, mais um fio de azeite, uma boa misturada e voilá!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Camarões Reais a Varig...Resgatando o que nos faz bem!

Essa é uma receita tida como "gourmet" nos anos 70...Fez muito sucesso nos jantares, almoços e recepções promovidos pelas pessoas da minha família. 
Era uma receita tida como "chic", a certeza de contentar seus convidados de uma maneira requintada!
Os tempos mudaram, a gastronomia mudou, o que era chic virou brega, e a "nouvelle cuisine" impera...mas mesmo assim, eu acho que resgatar velhas receitas de família só podem fazer bem...talvez não tanto aos "olhos", ou "bocas" alheios, mas fazer comida boa, farta e com sabor especial de boas lembranças é a cara do Natal!
Pra mim é, e foi por isso que na minha ceia de Natal, eu preparei os famosos  "Camarôes Reais a Varig" e tenho certeza que muita gente ficou feliz!
Anote a receita, e se renda também!

Ingredientes:

- 1 1/2 de camarões grandes, frescos e limpos
- 1 cálice pequeno de conhaque
- 2 garrafinhas de 200ml de leite de coco
- 1/2 kg de tomate
- 1 litro de leite
- 1 cebola
- 6 gemas
- sal, pimenta do reino branca, pimenta malagueta se gostar
- limão
- azeite
- manteiga
- farinha de trigo
- queijo parmesão ralado (aproximadamente 200g)
- 150g de queijo prato em fatias
- 250g de creme de leite
- louro
- 1 pimentão vermelho pequeno
- 2 dentes de alho
- salsinha, cebolinha e coentro
- caldo de camarão ou tempero para frutos do mar

Modo de fazer:
Depois dos camarões bem lavados, coloque-os numa panela, e tempere-os com limão, sal, pimenta do reino branca, fondor, um fio de azeite, e uma folha de louro, um "amarrado" de salsinha, cebolinha e coentro, junte 1 copo de água fervente e leve ao fogo forte. Deixe ferver por apenas cinco minutos.
Retire do fogo, deixe esfriar na própria água da cozedura, depois coe esta água e reserve.

Creme cor de rosa:
Passe os tomates pelo liquidificador, juntamente com o pimentão, cebola, alho e o conhaque, passe pela peneira.
Leve ao fogo 2 colheres de azeite, deixe esquentar, junte o molho de tomates e uma pitada de açúcar.
Ferva brandamente por alguns minutos.
Meça 1 copo da cozedura dos camarões e misture com 2 copos de leite e 1 copo de leite de coco. Junte 4 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo, misture bem, passe na peneira, e sempre mexendo, incorpore aos poucos ao molho de tomate.
Estando um creme de boa consistência, junte os camarões e uma colher de manteiga.
Prove os temperos, retire do fogo, e junte 4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado. Misture bem, e deite em um pirex untado.

Creme Amarelo:
Misture 2 copos de leite com 1 copo de leite de coco, as gemas e 4 colheres (sopa) cheias de farinha de trigo. Passe pela peneira, junte 1 colher de manteiga e leve ao fogo brando, mexendo sempre até engrossar.
Tempere com sal e pimenta, e adicione o creme de leite e 4 colheres (sopa) de queijo parmesão.
Retire do fogo, e espalhe sobre o creme rosa.
Cubra o creme totalmente com fatias de queijo prato, salpique com manteiga, e leve ao forno quente para gratinar.
Vou ficar lhes devendo a foto do prato pronto, mas nem tudo na vida é perfeito, e os famintos da minha família não puderam esperar nem um só minuto de fotografias antes de "atacarem" com fúria a travessa fumegante dos camarões, que modéstia à parte, estavam mesmo deliciosos.