terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Era uma casa muito engraçada...

Você se lembra daquela música: "era uma casa muito engraçada, não tinha teto não tinha nada...ninguém podia entrar nela não, porque na casa não tinha chão..."
Com certeza "aquela" casa seria essa casa aqui: uma criação da artista novaiorquina Jennifer Rubel, que tem preferência por usar alimentos na suas obras de arte.
Na sua criação ela utilizou 1.800 cones de algodão doce para rechear a estrutura da sua deliciosa e simpática casinha.
A artista define assim a obra que ela batizou de "Padded Cell", algo como "Cela acolchoada":
É um objeto que aborda o lado negro do prazer, o preço do prazer, a possibilidade de que o prazer é a sua própria punição.
Estranho? Sei lá...arte não se discute, vai ver a gente não soube muito bem como apreciar...

Fonte: http://jenniferrubell.com/

9 comentários:

  1. Bom dia Renata,
    Sem dúvida é uma casa invulgar, como disse engraçada e como a artista disse aborda o "lado negro do prazer".
    Beijo,
    Vânia

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  2. é interessante mas preferia que não se gastassem alimentos desta forma..
    bjus
    Cila

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  3. Quanta criatividade este povo tem...adorei a cor, me chamou atenção...beijos e um bom dia!

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  4. Sem dúvida uma casa muito doce... pena eu não gostar de algodão doce... ;)
    BJs
    Paula

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  5. bastante criativo sem duvida!
    beijinhos

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  6. Oi Renata,

    Essa casinha está mais para a da história do João e Maria....uma delícia para o paladar.
    Mas em termos de arte, acho discutível. Hoje em dia qualquer coisa é chamada de arte, mas não é bem assim....
    Bjs

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  7. Pois eu achei muuuito surreal e interessante kkkkk
    Faz um tempão que não como algodão doce. Adopraria um pedaço dessa parede rsrsrs. Uma pena que você mora longe e não pode ir no encontro viu. Mas quem sabe um dia né.
    Beijos

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